» Análise Setorial – Edição de 13/09/2017
Publicado em :13/09/2017

Análise Setorial – Edição de 13/09/2017

O jornal O Dia traz artigo assinado pelo presidente da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (FEHERJ), Armando Carvalho Amaral. No texto, Amaral fala sobre os desafios que a rede privada enfrenta e destaca que a Lei Estadual n.º 7.621/2017 traz insegurança jurídica para o setor. Sancionada em junho, a Lei impõe à rede privada o atendimento emergencial e integral a pacientes com suspeita de Infarto Agudo do Miocárdio, com Supra Desnivelamento do Segmento S-T (IAM CSS-T) durante as primeiras 12 horas do início dos sintomas, no âmbito do estado do Rio.

O site da revista Exame traz a cobertura do Fórum Exame Saúde, que aconteceu nesta terça-feira (12), em São Paulo. Presente no evento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, analisou os principais entraves à eficiência da gestão da saúde no país. “O principal gargalo é a qualificação da mão-de-obra”, disse o ministro. “[É preciso] aproveitar melhor a qualidade dos 4 milhões de colaboradores do SUS”. Barros também ressaltou a importância de aumentar a resolutividade da atenção básica e diminuir custos no atendimento de alta complexidade, sobretudo ao evitar a repetição de exames.

Já David Uip, secretário da saúde do estado de SP, avaliou que fazer mais e melhor com menos recursos é o maior desafio da saúde pública. Um dos principais caminhos para atingir este objetivo, na visão do secretário, é investir em parcerias público-privadas (PPPs). “Entendemos que o modelo de saúde atual está desequilibrado. Não dá mais para separar o público e o privado”, disse.

Em outra frente, o site do Valor Econômico anota que a Dasa convocou assembleia geral extraordinária (AGE) para o próximo dia 27 de setembro, às 9h, para deliberar sobre a incorporação das ações de emissão do SalomãoZoppi Serviços Médicos e Participações (SZD) pela companhia, transformando a SZD em subsidiária integral.

Já na versão impressa, o jornal relata que a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) escancarou, em carta ao Senado, a preocupação do setor com o crescente aparelhamento político da Anvisa. O mote foi a indicação de Roberto Campos Marinho, próximo de políticos como o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a uma diretoria da agência. Esta seria, segundo apurou o jornal, a terceira indicação política do governo Temer. Semanas atrás, senadores liderados por Marta Suplicy (PMDB-SP) vetaram indicação para a mesma vaga de nome ligado ao PP e sem experiência na área de saúde.